Ao contrario do que se pensa a
Alemanha não é somente a terra do Scorpions e do Accept, o país dos germânicos sempre
foi um celeiro de bandas. Nos anos de 1970, outras bandas como Eloy, o Lucifer’s
Friend entre várias outras faziam um som mais do que atraente, pesado como
mandava o figurino. Nos anos de 1980, a coisa explodiu por lá e tantas outras
bandas com personalidade própria surgiram como o Cutty Sark, Killing Death,
Running Wild e muitas outras que faziam frente aos medalhões de lá.
domingo, 18 de outubro de 2015
sábado, 17 de outubro de 2015
Na Vitrola: Iron Maiden - Piece of Mind (1983)
Em 1982, o
Iron Maiden começa uma nova de sua ascendente carreira, pois o passado recente
com os álbuns Iron Maiden (1980) e Killers (1981) seria suplantado com The
Numbers of the Beast, que marca a entrada de Bruce Dickinson. A estreia foi bem
sucedida com um lançamento clássico, histórico cujas oito faixas são hits.
Porém, o ano posterior, 1983, seria também produtivo e ajudaria a consolidar de
uma vez por todas a presença de Bruce, em definitivo no posto que antes era
ocupado por outro mestre, Paul D’ianno.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Picaretagens no Rock: O dia em que o Deep Purple virou o "New" Deep Purple.
Falcatruas existem em vários lugares e nem o rock escapou delas, mas elas não se restringem a discos ruins, mudanças de formação, ou seja, elas são um detalhe em comparação ao aconteceu com o Deep Purple, em 1980. Perto daquela picaretagem discos ruins ou mudanças de formação ou mesmo a orientação musical do grupo podem ser consideradas uma brincadeira ingênua. São poucos os fãs que sabem dessa história que fez os integrantes do Deep Purple saírem de suas casas e trabalhos, não para retornar a ativa, mas sim para deter esta falcatrua que seria muito prejudicial a uma entidade do rock, que sempre primou pela honestidade junto a seus fãs.
Na Vitrola: The Velvet Underground - White Light/White Heat (1968)
O primeiro álbum do Velvet Underground é de fato um ótimo álbum, ou melhor, um clássico. Só que comercialmente falando as coisas não foram bem para o grupo, que naquela época concorria com vários nomes que vinham no caminho oposto ao deles. Os temas abordados estavam navegando em outras praias, as experiências eram outras, portanto, refletia na música e causava espanto num público desavisado que ainda estava mergulhado no falacioso sonho hippie.
Na Vitrola: Eric Clapton - Eric Clapton (1970)
Após uma brilhante passagem pelo The Yardbyrds, o guitarrista Eric Clapton mergulha de cabeça no blues e vai tocar na banda de John Mayall onde deixa registrado o álbum Blues Breakers John Mayall with Eric Clapton (1966), que faz justiça a sua fama e ao apelido "Deus" e dessa maneira estabelecera-se como um músico de blues e sua passagem pela banda de John Mayall foi curta, pois o guitar-hero abandonou-a pouco tempo depois do lançamento do álbum, e foi formar um dos maiores e mais influentes power trios da história do rock, onde a sua fama e prestígio subiriam a níveis inimagináveis de adoração e devoção por parte dos seus adeptos.
Na Vitrola: Judas Priest - Point of Entry (1981)
Em 1980, o Judas Priest estourou, arrebentou e derrubou barreiras com British Steel e através dele mostrava a força do heavy metal britânico para o mundo, o som estava mais manso em relação à década anterior cujos álbuns Sad Wings of Destiny (1976), Sin After Sin (1977), Stained Class (1978), Hell Bent For Leather (1978) transbordavam velocidade, agressividade, peso e melodias que viraram de ponta cabeça a rapaziada. Os legítimos herdeiros do Black Sabbath. Os caras pegaram o gênero criado por seus conterrâneos e o levaram para outro nível e a partir dali criaram as bases para tudo o que se viu e ouviu nos anos de 1980.
Na Vitrola: King Crimson - In The Court Of The King Crimson (1969)
Em 1969 começava o fim de uma era e começa-se o preparo de outra tão brilhante quanto essa. Os heróis começavam a morrer, primeiro Brian Jones no ano seguinte a perda seria esmagadora, Janis Joplin e Hendrix empacotaram e a seguir eles foi Morrison, que morreu em sua banheira, em Paris. Outros começariam a surgir antes dos anos de 1960 cerrarem suas cortinas, o rock progressivo estava em processo de formação, o gênero se caracteriza por ter faixas longas, mas mais do que isso as influências vinham da música clássica, do jazz e outros gêneros de vanguarda. Mais uma vez a Inglaterra, a Meca do rock, iria capitanear essa invasão mundial em curso.
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