quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Na Vitrola: Riot - Narita (1979)


O Riot foi formado em 1975, pelo guitarrista Mar Reale e pelo baterista Peter Bitelli e para completar a banda convidaram Phil Feit para tocar o baixo, para cantar Guy Speranza. O primeiro trabalho de estúdio do quarteto foi uma fita demo de quatro faixas cuja ideia era coloca-las em uma coletânea com outras bandas desconhecidas, mas como o projeto não decolou, eles adicionaram Steve Costelo nos teclados. 

Na Vitrola: Al Green - Greatest Hits (1975)


Eu nunca fui muito fã de comprar coletâneas, só para ter todos os discos dos meus artistas preferidos ou para conhecer outros desconhecidos. Sempre achei esse tipo de álbum um verdadeiro embuste porque geralmente trás os "hits" e o resto são canções apenas para justificar a existência desses caça níqueis, um horror por isso sempre levam sempre notas baixas dos críticos. Só que às vezes alguma ou outra se sobressai trazendo o melhor do artista, ou seja, formam aquele resumo perfeito daquele momento clássico em que o artista se encontra.

Na Vitrola: Picture - Diamond Dreamer/Picture I & Eternal Dark/ Heavy Metal Ears


Nos anos de 1980, a Inglaterra, ainda estava comandando o rock, pois o que de melhor surgiu na década anterior surgiu por lá, porém outro movimento surgia por lá, ou seja, era a revitalização do heavy metal que ficou conhecido por NWOBHM. Esse movimento foi um dos períodos mais marcantes da música cuja explosão foi ouvida além das terras britânicas, ou seja, outros países também foram influenciados e também revelaram suas bandas. Além do que se conhece, o tradicional, países como a Alemanha, Bélgica, Espanha e a Holanda também tiveram seus grandes nomes que marcaram território além de suas pátrias.

Na Vitrola: Os Mutantes - Boxset (2014)



Quando anunciaram na imprensa “especializada” que seria lançado um box dos Mutantes com todos os álbuns clássicos e mais um outro só de “raridades”, eu fiquei ouriçado e queria ter esse material de qualquer jeito já que  em 1992, fiquei praticamente de fora dos relançamentos só com o primeiro disco e em 2006, o prêmio de consolação foi o Foi Tudo Feito Pelo Sol (1974). Só que quando vi o preço desse relançamento pensei: “vou outra ficar de fora, mas dessa nem prêmio de consolação terei”. Só que como sou frequentador assíduo da Livraria Saraiva, compro muitos livros tanto para estudar como para lazer, me esqueci do cartão deles onde é possível acumular pontos e ter descontos em qualquer seção e quando solicitei a um atendente para conferir os pontos quase cai para trás, pois foi possível fazer aquisição, mas pagando uma diferença muito pequena.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Na Vitrola: Overkill - I Hear Black (1993)


O Overkill teve a sua jornada nas estrelas na década de 1980, realmente uma aventura prazerosa no mundo heavy metal numa época que se respirava novidades. O novo clássico estava bem ali diante dos olhos e ouvidos de um público ávido de fortes doses de emoção que não pareciam ter fim. A Bay Area ditava as regras do thrash metal, o Metallica nadava de braçada naqueles tempos e do forno veio, em 1986, Master of Puppets, o disco que definia o que era o ser e fazer thrash metal. Outras bandas também da Bay Area como o Testament, o Exodus também colocavam sua pedra na parede. Só que os EUA é um país grande e de Nova York não tardou para vir o Anthrax e o próprio Overkill que chegou na área em 1985 com Feel the Fire.

domingo, 4 de outubro de 2015

Na Vitrola: Accept - Restless and Wild (1982)


Eu ouvi e vi rock pela primeira em 1985 por causa do Rock in Rio, o Brasil estava na reta final da ditadura militar e muitas coisas depois de janeiro começaram a acontecer por aqui especialmente por esse evento que trouxe as lendas como Ozzy Osbourne, AC/DC, Iron Maiden entre outros para tocar por aqui. Depois daí a minha cabeça mudou, eu estava acostumado a ouvir uma fita velha com o The Last Command do W.A.S.P e a ler caras como Asimov, Arthur Clark e assistir filmes de terror nas sessões da tarde e corujão e tudo aqui formava uma massa obscura que necessitava de outras viagens.

Na Vitrola: Anvil - Speed of Sound (1999)


A primeira vez que eu o Anvil foi num filme, mas para ouvir demorou um bocado, porém antes disto acontecer, a Roadie Crew fez um Background e nas parcas páginas pude conhecer a banda e me interessar de fato. Tudo o que eu havia arrolado a minha memória não passava de uma imagem de uma bigorna e quatro caras cabeludos olhando com caras nada amistosas. Eu um dia encontrei uma versão chilena do Speed of Sound, na Livraria Saraiva, em 2001. Peguei o disco na mão e fiquei olhando para aquela capa azul cuja bigorna em formato de avião me seduzia e me fazia sonhar alto. O preço apesar de não ser nada convidativo não foi um empecilho, eu comprei no escuro como fazia alguns dez anos.